quarta-feira, 13 de outubro de 2010








                                                 Yellow Ledbetter

Unsealed on a porch a letter sat.
Then you said, "I wanna leave it again."
Once I saw her on a beach of weathered sand.
And on the sand I wanna leave it again. Yeah.
On a weekend I wanna wish it all away, yeah.
And they called and I said that "I want what I said" and then I call out
again.
And the reason oughta' leave her calm, I know.
I said "I know what I were not a box or the bag."

Ah yeah, can you see them out on the porch? Yeah, but they don't wave.
I see them round the front way. Yeah.
And I know, and I know I don't want to stay.
Make me cry 

I see... Ooh I don't know why there's something else.
I wanna drum it all away...
Oh, I said, "I don't, I don't know where there's a box or the bag."

Ah yeah, can you see them out on the porch? Yeah, but they don't wave.
But I see them round the front way. Yeah.
And I know, and I know. I don't wanna stay at all.
I don't wanna stay. Yeah.
I don't wanna stay.
I don't... Don't wanna, oh... Yeah. Ooh... Ohh...

TRADUÇÃO:

Carta Amarela

Aberta, na varanda a carta espera
E você diz, 'Eu vou deixá-la outra vez.'
Uma vez a vi, numa praia de areias castanhas
E na areia, eu quero deixá-la outra vez...
No fim de semana, eu desejo que isso tudo se vá, yeah
E eles me chamaram, eu disse que "Eu quero o que disse" e eu chamo
outra vez.
O motivo, deveria deixá-la calma, eu sei.
E disse "Eu não sei se sou o pugilista ou o saco de pancadas!"

Você consegue vê-los, na varanda? Sim, mas eles não acenam.
Eu os vejo, em frente a casa.
E eu sei, eu sei que não quero ficar...
Faça-me chorar

Eu vejo... eu não sei por que há algo mais.
Eu quero me livrar disso...
E disse "Eu não sei se sou o pugilista ou o saco de pancadas!"

Você consegue vê-los, na varanda? Sim, mas eles não acenam.
Mas eu os vejo, em frente a casa.
E eu sei, eu sei. Eu não quero ficar, mesmo.
Eu não quero ficar
Eu não quero ficar
Eu não... não quero, oh... Yeah. Ooh... Oh
UMA MUSICA. UM SENTIMENTO. UM DESABAFO. UMA ESPERANÇA

A verdade nua e crua





Depois de um certo tempo, aqui eu estou de volta.
Passei esse feriado de Nossa Senhora de Aparecida ( e não de dia das crianças!) na minha amada e estimada cidade natal Niterói, com muitos bons e estarrecedores momentos de felicidade e de tristeza também, mas esse papo fica para outro dia.
Fiquei, assim com muita gente, esperando o grande dia da estréia do filme tropa de elite 2; afinal o primeiro tinha tido grande sucesso de crítica e de público, o que não é para qualquer filme, principalmente do nosso cinema pátrio.
Meus estimados amigos, pois eu vi o filme e saí da sala completamente abismado; o filme toca no nosso mais profundo discernimento de como funciona a máquina estatal nacional; como existem pessoas completamente despreparadas no poder, dirigindo e governando a seu bel prazer.
O filme toca bem nisso.Durante sua exibição, eu fiquei com vergonha de ter nascido em um estado que é completamente corrupto, apesar de ser uma obra fictícia, nós identificamos vários personagens na mídia e política estaduais, incrível.
Parabéns ao diretor José Padilha pela coragem de ter filmado esse filme, principalmente nessa época de eleições, pena que ele não fora lançado antes das eleições legislativas.
Porque meus amigos, se ele fosse lançado antes, acho que teríamos pela primeira vez uma eleição anulada por falta de maioria por tantos votos nulos e brancos.
Bem, voltando ao filme, ele nos mostra(dizendo mais uma vez que é uma obra fictícia) as mazelas para se conseguir o poder, para se manter no poder por qualquer preço, passando por cima de ética, moral e qualquer outro sentimento; mostra a realidade que o estado do Rio de Janeiro vive.
Resumindo, é um filmaço, que recomendo todos a assistí-lo.

"Tropa de Elite, osso duro de roer.
  Pega um pega geral
  Ainda vai pegar você"
  Pelo filme vai pegar mesmo.....
Até a próxima